sexta-feira, 10 de maio de 2013

Homem de Rua - Parte 2

O homem de rua
Não é coitado, não é doente
É só mais uma vitima da vida
Das dores da vida
Do sofrimento passado
Não precisa de esmola
Precisa de ajuda, para ergue-se novamente
E esse tolo sorridente
É um homem descente
Ninguém sabe o que ele passou
O quando chorou, ou o quanto penou
Mais fácil é julgar
Fingir que não o vê
Negar a mão para o apoio
Não ligar para o grito de socorro!