Seu Carlos me disse que eu era um caso de poesia
Eu dissera que não passo de turbilhões eclodindo de alegria
Me chamaram de louco solitário, de inimigo da sociedade
Me chamam nas esquinas de farsante poeta
Que finge a dor que deverás sente
Mas que de repente, não mais que de repente
Já vi passar por mim uma enorme de uma serpente
Toda colorida, com talhos vermelhos
Outro azuis, outro da cor do sol
Quem irá ousar dizer que não vi?
Que não passa de um louca imaginação?
Mas o imaginário não nasce primeiro no coração,
Para depois chegar a cabeça
Ultrapassando e deixando para trás a sra. Razão,
Então que deixem me enfurnar nessa pasárgada
Que eu chamo de poesia.
sábado, 16 de junho de 2012
segunda-feira, 11 de junho de 2012
Artimanha manhosa
Artimanha manhosa esta tua meu amor
Como teve coragem minha flor?
De cometer este ato
Tão louco e desnaturado
Ludibriado por tua suprema beleza,
Nunca imaginei que fosse essa tua natureza
Fizeste de mim teu ferrenho prisioneiro
Guardado a sete chaves e mil encantos maldosos
Era cercado tanto por inúmeras rezas
Quanto por armadilhas e encantos
E quando me pus em prantos
Teu corpo nem saiu da inércia do nada
Mas que alma turva esta tua,
Ficaste na minha frente cheia de amor
Ora dançando, outras nua
Mas que mente maquiavélica minha senhora
Artimanha manhosa esta tua meu amor
Como teve coragem minha flor?
De cometer este ato
Tão louco e desnaturado
Se pôs a pensar, se questionar
Sobre que mal fizeste a mim
Uma tortura sem fim
Mas faço questão de falar
"-Encantou-me
-Roubou-me
-Sequestrou-me
-Para dentro de ti"
Agora que faço com este amor?
Escrevo, recito, rimo com dor?
Não me ensinaste a viver sem ti
Estou preso por toda a eternidade
Estou desatinado para as prosas
Não faço mais nada
A não ser me cortar com os espinhos das rosas,
Quando procuro dentre todas, vosmecê
Estou louco, matuto, sem voz
Com medo de virar um homem feroz
Sem tua cantoria nas noites de lua cheia,
Vejo-me preso nessa invisível cadeia
Não vê essas rimas tão fracas, sem inspiração
Culpa tua, ou deste triste coração
Sofredor de uma mulher só
Que nem sequer se importou em transformá-lo em pó
Agora que faço com este amor?
Escrevo, recito, rimo com dor?
Não me ensinaste a viver sem ti
Estou preso por toda a eternidade
Como teve coragem minha flor?
De cometer este ato
Tão louco e desnaturado
Ludibriado por tua suprema beleza,
Nunca imaginei que fosse essa tua natureza
Fizeste de mim teu ferrenho prisioneiro
Guardado a sete chaves e mil encantos maldosos
Era cercado tanto por inúmeras rezas
Quanto por armadilhas e encantos
E quando me pus em prantos
Teu corpo nem saiu da inércia do nada
Mas que alma turva esta tua,
Ficaste na minha frente cheia de amor
Ora dançando, outras nua
Mas que mente maquiavélica minha senhora
Artimanha manhosa esta tua meu amor
Como teve coragem minha flor?
De cometer este ato
Tão louco e desnaturado
Se pôs a pensar, se questionar
Sobre que mal fizeste a mim
Uma tortura sem fim
Mas faço questão de falar
"-Encantou-me
-Roubou-me
-Sequestrou-me
-Para dentro de ti"
Agora que faço com este amor?
Escrevo, recito, rimo com dor?
Não me ensinaste a viver sem ti
Estou preso por toda a eternidade
Estou desatinado para as prosas
Não faço mais nada
A não ser me cortar com os espinhos das rosas,
Quando procuro dentre todas, vosmecê
Estou louco, matuto, sem voz
Com medo de virar um homem feroz
Sem tua cantoria nas noites de lua cheia,
Vejo-me preso nessa invisível cadeia
Não vê essas rimas tão fracas, sem inspiração
Culpa tua, ou deste triste coração
Sofredor de uma mulher só
Que nem sequer se importou em transformá-lo em pó
Agora que faço com este amor?
Escrevo, recito, rimo com dor?
Não me ensinaste a viver sem ti
Estou preso por toda a eternidade
domingo, 10 de junho de 2012
Reflexo nas ondas do mar
Perdi-me no devaneios frente ao mar
Já calmo, depois do tormento
Me encontro alucinado ao teu reflexo
Não sabendo se é fruto da minha imaginação
Ou saudade devassa do pedaço de carne
Que chamam de coração
Logo após a volta da minha alma
Para dentro de meu corpo e pé no chão,
Lastimável devastação de saudade
Mas tua presença deverá é uma imensidão
Não sabendo se és alegria ou euforia
Ou quiça meramente alucinação ou fantasia
Certas vezes essas peripécias são para minha pessoa
Constante, ou ocasiões a toa
Imaginar-te nas águas calmas do mar,
Mexendo-se os formosos cabelos com as ondas
Mas sempre que tento te pegar acabas por naufragar
E perde-se por infinitos segundos, mas voltar para me atormentar
Sempre volto para as areias da praia
Com lembranças de nosso encontro neste lugar
Tuas miragens, ora nas ondas, ora nos lagos, ora no mar
Deixam meu espirito mais calmo
Sei que a saudade, tanto antes falada
Fica mais amena, mas nosso real encontro, ainda há de chegar
Já calmo, depois do tormento
Me encontro alucinado ao teu reflexo
Não sabendo se é fruto da minha imaginação
Ou saudade devassa do pedaço de carne
Que chamam de coração
Logo após a volta da minha alma
Para dentro de meu corpo e pé no chão,
Lastimável devastação de saudade
Mas tua presença deverá é uma imensidão
Não sabendo se és alegria ou euforia
Ou quiça meramente alucinação ou fantasia
Certas vezes essas peripécias são para minha pessoa
Constante, ou ocasiões a toa
Imaginar-te nas águas calmas do mar,
Mexendo-se os formosos cabelos com as ondas
Mas sempre que tento te pegar acabas por naufragar
E perde-se por infinitos segundos, mas voltar para me atormentar
Sempre volto para as areias da praia
Com lembranças de nosso encontro neste lugar
Tuas miragens, ora nas ondas, ora nos lagos, ora no mar
Deixam meu espirito mais calmo
Sei que a saudade, tanto antes falada
Fica mais amena, mas nosso real encontro, ainda há de chegar
sábado, 9 de junho de 2012
Homem da rua
O ser pega o frio da rua
Sofrimento triste, de fazer chorar
De cair a mais forte armadura
Do homem que o vê
Passa seu tempo debaixo das lojas
Se cobre com o que tem
Mas dos males um bem
Gasta seu tempo eterno lendo
Amigo, seu melhor amigo
És os livros, revistas, a leitura
Fazes bem em acolher-te
E aquecer ao menos a alma com literatura
A vida é dura não?
Quantas oportunidades poderias aproveitar
Se alguém te oferecesse,
E se o homem conhecesse o verbo amar
Quisera eu ter o poder
De tirar os seres que escolhem a rua
Como lar, como residência
E não passarem a noite nu ou nua
Mas e agora homem?
Que fazes frente e isso,
O que farás com teu papel?
Sofrimento triste, de fazer chorar
De cair a mais forte armadura
Do homem que o vê
Passa seu tempo debaixo das lojas
Se cobre com o que tem
Mas dos males um bem
Gasta seu tempo eterno lendo
Amigo, seu melhor amigo
És os livros, revistas, a leitura
Fazes bem em acolher-te
E aquecer ao menos a alma com literatura
A vida é dura não?
Quantas oportunidades poderias aproveitar
Se alguém te oferecesse,
E se o homem conhecesse o verbo amar
Quisera eu ter o poder
De tirar os seres que escolhem a rua
Como lar, como residência
E não passarem a noite nu ou nua
Mas e agora homem?
Que fazes frente e isso,
O que farás com teu papel?
quarta-feira, 6 de junho de 2012
Amar
Se para morrer
Basta estar vivo,
Para amar
Não basta somente ser amado,
Necessita-se de um coração,
Muita, mas muita vontade
E persistência
Para muitas vezes
Aguentar a dor da saudade
Pede-se que o candidato a amado
Tenha muita paciência,
Calma e esteja disposto
A dedicar-se de corpo e alma
E que jamais perca a calma
Com a amada
Tem que entender
Que às vezes amor
É sinônimo de dor
Mas não se assuste
Amar tem mais prazeres
Que queixumes,
E faz um bem
Que meu bem
Não irá querer largar,
Não perder um sequer olhar
Basta estar vivo,
Para amar
Não basta somente ser amado,
Necessita-se de um coração,
Muita, mas muita vontade
E persistência
Para muitas vezes
Aguentar a dor da saudade
Pede-se que o candidato a amado
Tenha muita paciência,
Calma e esteja disposto
A dedicar-se de corpo e alma
E que jamais perca a calma
Com a amada
Tem que entender
Que às vezes amor
É sinônimo de dor
Mas não se assuste
Amar tem mais prazeres
Que queixumes,
E faz um bem
Que meu bem
Não irá querer largar,
Não perder um sequer olhar
terça-feira, 5 de junho de 2012
Vida
Vivo em um mundo, onde todas as coisas tem finitude
Onde o que se vai, vai, mas deixa saudade
E saber aproveitar os momentos é somente questão de atitude
E lembra-los para sempre, é viver na eternidade.
Onde o que se vai, vai, mas deixa saudade
E saber aproveitar os momentos é somente questão de atitude
E lembra-los para sempre, é viver na eternidade.
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