Agora é tempo de gala
Hora de festejar minhas bodas
Viva! Viva! Meus dezoito anos chegaram,
Ah! O tempo passou, mas demorou tanto
Que já tinha perdido até o encanto,
E mamãe ainda dizia:
"- Calma meu filho o tempo passa rápido!"
Rápido? Que rápido o que,
Parecia que não ia chegar nunca.
Esperei tanto, sofri tanto,
Mas a liberdade não vinha,
Nem mesmo escutavam a opinião minha,
Parecia eu, mais um ser gastante
Do que um menino pensante
E papai ainda dizia:
"- Cresça e apareça"
Mas como se eu estive sempre ali;
Ali mesmo, na barra da saia de mamãe.
Mas enfim é tempo de comemoração,
Pois finalmente cheguei ao um ponto oito!
Melhor dizendo de-zoi-to!
Agora posso eu tirar carteira de motorista,
Posso trabalhar de manobrista,
Pois carteira de trabalho já posso ter
Acho também que aqui não vou mais viver
Vou é morar sozinho,
Ter meu próprio ninho ,
Vou ter meu próprio dinheiro
Vou ser homem por inteiro,
E ei de fazer o que quiser,
Porque sou maior de idade
Dos tempos de pequeno tenho não saudade!
.... Tempos depois;
Dinheiro tenho é nada,
Morar, ainda moro na casa dos pais,
Meu ninho, tenho sim: meu quarto,
E a carteira de motorista? - Ainda não veio.
Veio é nada,
Sou maior de idade,
Mas cade a tal da liberdade?
Nada mudou,
Tanto sonhei,
Que nada encontrei,
Só posso mesmo é votar!
Ah! amar, também posso não, amar
Diz meu pai que só se ama mesmo
Depois de velho, sabe não:
Cresci, apareci
E ninguém nota não,
Será que minha opinião não conta:
Ou será que preciso ser adulto para me verem aqui?
segunda-feira, 29 de outubro de 2012
quinta-feira, 18 de outubro de 2012
Então
Então,
Se eu a amo,
Se ela me ama,
Porque então negar?
Porque então fingir?
Porque então esperar?
Se nem mesmo a morte espera,
Ela vem, sem recado, sem nem mesmo um aviso prévio
E tu ainda ousas ressabiar,
Que dúvida ainda tens?
Duvidas do meu amor,
Garanto que duvidas também da minha fidelidade,
Duvidas que a ti, só a ti serei atento,
Que tolice! És mulher de elogios e galanteios
És mulher confiante,
Mulher elegante,
Acreditas em mim!
Acreditas em meu amor!
Então,
Se eu te quero,
Se tu me queres,
Porque então foges?
Porque então te escondes?
Porque finges não querer?
Se a maior covardia dos homens
É matar seus próprios desejos, ou fingir não os ter
Duvidas ainda que não te quero?
Mas afirmo, querer quero é muito,
Que muitos beijos, abraços
Quero noites que não acabam com o amanhecer
Quero romance, sim quero romance
Quero ser ridículo amante,
Um tolo errante,
Doar-me por todo,
Escrever cartas ridículas de amor,
E há quem diga ser perda de tempo,
Não! Neste caso o que menos se tem é perda
E além, ganhasse tempo, ganhasse muito mais!
Se eu a amo,
Se ela me ama,
Porque então negar?
Porque então fingir?
Porque então esperar?
Se nem mesmo a morte espera,
Ela vem, sem recado, sem nem mesmo um aviso prévio
E tu ainda ousas ressabiar,
Que dúvida ainda tens?
Duvidas do meu amor,
Garanto que duvidas também da minha fidelidade,
Duvidas que a ti, só a ti serei atento,
Que tolice! És mulher de elogios e galanteios
És mulher confiante,
Mulher elegante,
Acreditas em mim!
Acreditas em meu amor!
Então,
Se eu te quero,
Se tu me queres,
Porque então foges?
Porque então te escondes?
Porque finges não querer?
Se a maior covardia dos homens
É matar seus próprios desejos, ou fingir não os ter
Duvidas ainda que não te quero?
Mas afirmo, querer quero é muito,
Que muitos beijos, abraços
Quero noites que não acabam com o amanhecer
Quero romance, sim quero romance
Quero ser ridículo amante,
Um tolo errante,
Doar-me por todo,
Escrever cartas ridículas de amor,
E há quem diga ser perda de tempo,
Não! Neste caso o que menos se tem é perda
E além, ganhasse tempo, ganhasse muito mais!
16 Tercetos de vida
Palpita em meu peito pulsante
Um amor elegante
De tempos atrás
Um amor tolo, um amor errante
Com planos mirabolantes
De roubar teu coração
Quando pequeno vi sua graça
Percebi neste mundo, que a vida passa
Mas que de você não ia esquecer
Foi encanto de criança
Em que atordoa a mente e o sonhos balança
Num campo florido
Quantas chuvas e dias ensolarados
Passei ao seu lado
E você do meu
Quando brincadeiras inocentes
Tivemos na infância e uma amizade crescente
Se instalava em nós
Desde então minha vida foi seu bem querer
Pois preciso de sua companhia para viver
E viver feliz em paz
Quantas e quantas vezes quis te esquecer
Tolo foste eu em não perceber
Que te amo, sem mas
E nas vezes que esteve longe, muito chorei
Mas quando perto ficava, de muito te amei
Amei sem restrição
Em indas e vindas, já confundi meu amor com amizade
Mas aos beijos e carinhos, encontrei a felicidade
Felicidade essa que nunca tinha tido
Vi tu menina, virar mulher
E vos nem suspeita sequer
Que ainda sou o mesmo menino
Entre as brigas e reconciliações atravessamos anos
Em minha mente já tive cruéis enganos
De que um dia nos separaríamos
No pranto já me afundei de tristeza
Com a dor da duvida, e a falta da certeza
Se me querias ou não
Houveram tempos ruins, de céu escuro
Em que recorremos ao baixo sussurro
No pé do ouvido de Deus
Eu te amei, e do amor fui prisioneiro
Me entreguei de corpo e alma, por inteiro
Somente a você
Hoje e sempre amarei tanto Marcela
Pois antes de nascer já era dela
Meu coração e meu amor.
Um amor elegante
De tempos atrás
Um amor tolo, um amor errante
Com planos mirabolantes
De roubar teu coração
Quando pequeno vi sua graça
Percebi neste mundo, que a vida passa
Mas que de você não ia esquecer
Foi encanto de criança
Em que atordoa a mente e o sonhos balança
Num campo florido
Quantas chuvas e dias ensolarados
Passei ao seu lado
E você do meu
Quando brincadeiras inocentes
Tivemos na infância e uma amizade crescente
Se instalava em nós
Desde então minha vida foi seu bem querer
Pois preciso de sua companhia para viver
E viver feliz em paz
Quantas e quantas vezes quis te esquecer
Tolo foste eu em não perceber
Que te amo, sem mas
E nas vezes que esteve longe, muito chorei
Mas quando perto ficava, de muito te amei
Amei sem restrição
Em indas e vindas, já confundi meu amor com amizade
Mas aos beijos e carinhos, encontrei a felicidade
Felicidade essa que nunca tinha tido
Vi tu menina, virar mulher
E vos nem suspeita sequer
Que ainda sou o mesmo menino
Entre as brigas e reconciliações atravessamos anos
Em minha mente já tive cruéis enganos
De que um dia nos separaríamos
No pranto já me afundei de tristeza
Com a dor da duvida, e a falta da certeza
Se me querias ou não
Houveram tempos ruins, de céu escuro
Em que recorremos ao baixo sussurro
No pé do ouvido de Deus
Eu te amei, e do amor fui prisioneiro
Me entreguei de corpo e alma, por inteiro
Somente a você
Hoje e sempre amarei tanto Marcela
Pois antes de nascer já era dela
Meu coração e meu amor.
terça-feira, 2 de outubro de 2012
Mãe
Mãe a você dedico a mais singela homenagem
Com você aprendi a ter coragem
Coragem que o mundo exigiu de mim
Um muito obrigado as vezes não é suficiente,
Agradecer a você todo dia, não é exatamente
Um dever, mas sim uma obrigação
Mas obrigado por cada abraço sincero
As vezes mesmo sem querer, deve-se se severo
Para que uma criança saiba o que é certo
Espero que minhas simples palavras consigam descrever
Meu amor incondicional a você
Minha mãe, foste você a escolhida por Deus
Para secar cada lágrima que derramei
Porque quando chorei
Chorei de verdadeiramente, muitas vezes sem ter porque
Chorei de medo de lhe perder,
De não mostrar todos os dias, que vos é o meu viver
Perdoa-me por cada ofensa, por cada desaforo
Por cada palavra dita em vão,
Palavras ditas a barra da raiva,
Não devem ser levadas em consideração,
Pois não são de cunho verdadeiro,
Uma falácia deveras, pois sempre serei seu companheiro
A ti minha mãe, eternamente serei fiel
Pois como seu filho, acredito ser este meu papel
Papel que desempenharei com toda vibração,
Se preciso for darei tudo de mim
Para zelar e regar este amor sem fim,
Amor que dedico a você todo noite em minha oração
Por vezes tentei entender como adivinhas cada pensamento,
Como sabes lidar com cada sentimento,
Como tens sempre um conselho amigo,
Um colo, um abraço, um abrigo.
Como pode mãe, você não ser imortal?
Como pode caber em só um coração, um amor incondicional
Com você aprendi a ter coragem
Coragem que o mundo exigiu de mim
Um muito obrigado as vezes não é suficiente,
Agradecer a você todo dia, não é exatamente
Um dever, mas sim uma obrigação
Mas obrigado por cada abraço sincero
As vezes mesmo sem querer, deve-se se severo
Para que uma criança saiba o que é certo
Espero que minhas simples palavras consigam descrever
Meu amor incondicional a você
Minha mãe, foste você a escolhida por Deus
Para secar cada lágrima que derramei
Porque quando chorei
Chorei de verdadeiramente, muitas vezes sem ter porque
Chorei de medo de lhe perder,
De não mostrar todos os dias, que vos é o meu viver
Perdoa-me por cada ofensa, por cada desaforo
Por cada palavra dita em vão,
Palavras ditas a barra da raiva,
Não devem ser levadas em consideração,
Pois não são de cunho verdadeiro,
Uma falácia deveras, pois sempre serei seu companheiro
A ti minha mãe, eternamente serei fiel
Pois como seu filho, acredito ser este meu papel
Papel que desempenharei com toda vibração,
Se preciso for darei tudo de mim
Para zelar e regar este amor sem fim,
Amor que dedico a você todo noite em minha oração
Por vezes tentei entender como adivinhas cada pensamento,
Como sabes lidar com cada sentimento,
Como tens sempre um conselho amigo,
Um colo, um abraço, um abrigo.
Como pode mãe, você não ser imortal?
Como pode caber em só um coração, um amor incondicional
Assinar:
Postagens (Atom)