E o mágico apaixonou-se
Pela filha do padre
Que ironia da vida
Deixar um aventureiro
Apegar-se com a filha da capelinha
Mas era engraçado ver
De madrugada ao amanhecer
O mágico subir e descer
Da janela da igreja
E a moça sorrindo e abanando
Esperando ansiosa o dia terminar
E seu mágico voltar
Mas os dias se passaram
O mágico tinha de voltar
A estradar do mar
E a moça com coração partida ficará
Mas num ato de loucura
Eis que ela quis partir
E sem sem despedir
Foi embora com o mágico
Assim acabo a história
Do mágico e a filha do padre
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